Térmitas subterrâneas prejudiciais identificadas na Argentina
No mundo existem mais de 3.100 espécies de térmitas descritas, das quais apenas uma pequena parcela é considerada praga estrutural de importância econômica.
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Na Argentina não havia sido formalmente descrito o gênero Reticulitermes, embora exista no país uma grande variedade de térmitas distribuídas em 4 famílias, 34 gêneros e 63 espécies conhecidas. A família Rhinotermitidae, à qual pertence esse gênero, estava representada na Argentina apenas pelo gênero Heterotermes e pelas espécies Heterotermes longiceps e Heterotermes tenuis. O trabalho colaborativo entre Lucas Heinzmann, da Argentina, e os profissionais Engenheiro Agrônomo Jorge Morales, do Chile, e o Doutor Tiago Carrijo, do Brasil, possibilitou a identificação taxonômica do gênero Reticulitermes. Esse importante achado foi realizado no mês de setembro de 2021 na Cidade Autônoma de Buenos Aires (coordenadas 34°37’02.4”S 58°25’00.7”W), correspondendo a um tipo de térmita subterrânea extremamente destrutiva no setor imobiliário e da construção civil. Os estudos que continuam sendo desenvolvidos permitiram identificar com exatidão até o momento apenas o gênero Reticulitermes, permanecendo ainda sob investigação a espécie exata, para a qual foram enviadas amostras biológicas ao Brasil visando à identificação definitiva mediante análises genéticas e moleculares. Embora seja verídico que essa térmita tenha sido coletada na Cidade Autônoma de Buenos Aires, estima-se que possa estar presente em outras cidades da Argentina, como na província de San Juan, embora isso ainda não esteja formalmente confirmado; contudo, suspeita-se fortemente da sua presença pelo envio de materiais fotográficos e vídeos nos quais se observam espécimes bastante similares com suas típicas galerias ou túneis de barro. A identificação do gênero Reticulitermes foi concretizada através de fotografias e vídeos detalhados encaminhados por Lucas Heinzmann, permitindo a comparação morfológica com base nos aspectos anatômicos distintivos desse grupo de térmitas. A suspeita originou-se a partir do padrão peculiar de danos no assoalho de uma residência, onde Lucas Heinzmann conseguiu coletar indivíduos das castas de operárias, soldados e reprodutores alados. O fato mais curioso e alarmante foi a presença de reprodutores alados, visto que essas formas adultas só costumam se manifestar após 4 a 5 anos desde o estabelecimento inicial do ninho, quando a colônia já alcançou expressiva densidade populacional de operárias e a deterioração estrutural da madeira já se encontra em estágio avançado. Após esse achado, estabeleceu-se contato com o Dr. Tiago F. Carrijo, Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Goiás e Mestre e Doutor em Entomologia pela Universidade de São Paulo (USP), o qual prontamente forneceu as chaves morfológicas para a diagnose taxonômica precisa do gênero. Os laços profissionais entre o Engenheiro Agrônomo Jorge Morales e o Dr. Tiago Carrijo, consolidados quando ambos desenvolveram atividades na Universidade da Flórida (EUA), agilizaram a identificação em setembro de 2019. Posteriormente, em março de 2022, o Eng. Jorge Morales viajou a Buenos Aires para inspecionar com Lucas o local da ocorrência e recolher amostras suplementares. Até então, na América do Sul, a presença do gênero Reticulitermes e da espécie flavipes estava restrita exclusivamente ao Chile e ao Uruguai. PROCESO DE IDENTIFICACIÓN: As primeiras fotografias apresentavam certa dubiedade, conjecturando-se inicialmente que se tratasse do gênero Heterotermes; todavia, à medida que foram encaminhadas fotos e gravações em alta definição, tornou-se possível determinar com exatidão que o gênero correspondia a Reticulitermes. O emprego criterioso das chaves morfológicas viabilizou a diagnose correta em nível de família e posteriormente de gênero. USO DE CHAVES MORFOLÓGICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE TÉRMITAS PARA RETICULITERMES FLAVIPES (Jan Krecek, Universidade da Flórida, Centro de Pesquisa e Educação de Fort Lauderdale, 3205 College Ave, Fort Lauderdale, FL): Na mandíbula do reprodutor alado de Reticulitermes (registro fotográfico de Lucas Heinzmann), constatam-se os 3 dentes de dimensões equivalentes. Tórax, abdômen e fêmur escuros; ocelos diminutos (~0,07 mm de comprimento) e olhos compostos nitidamente afastados dos ocelos. Pronoto evidentemente mais estreito do que a cabeça e em formato cordiforme (subtrapezoidal acorçoado); espécie genuinamente subterrânea, construtora de galerias no solo ou na superfície, que forrageia ativamente em múltiplos ambientes em busca de substrato. A dentição mandibular coincide com os padrões da chave de operárias para espécies exóticas introduzidas (Reticulitermes flavipes). C. PSEUDO-OPERÁRIAS (OPERÁRIAS) BASEADO PRINCIPALMENTE NA DENTIÇÃO DAS MANDÍBULAS, CRITÉRIO VÁLIDO IGUALMENTE PARA OS IMAGOS: 1. A conformação do terceiro dente (incluindo o dente apical) da mandíbula esquerda é distintamente cônica e alongada (triangular agudo) com lados simétricos. Os três primeiros dentes completos preenchem aproximadamente um terço da margem interna da mandíbula; os três primeiros dentes na mandíbula esquerda são praticamente idênticos em tamanho, paralelos e equidistantes entre si; entre as bases do primeiro e do segundo dente da mandíbula direita situa-se um dente diminuto denominado subsidiário. Pronoto mais estreito do que a cabeça e em formato trapezoidal (Reticulitermes flavipes). DESCRIPCIÓN: As operárias (desprovidas de asas) possuem corpo mole de coloração esbranquiçada a acinzentada, medem de 4 a 6 mm de comprimento, apresentam antenas com 14 a 17 artículos, não possuem olhos compostos e têm pronoto de formato trapezoidal; são dotadas de mandíbulas mastigatórias possantes e abrigam em seu trato digestivo protozoários flagelados simbiontes que atuam na digestão enzimática da celulose. O seu pleno desenvolvimento é atingido após cerca de 12 meses, podendo os espécimes viver por vários anos, correspondendo a aproximadamente 95% a 97% dos indivíduos da colônia. Os soldados (igualmente ápteros) exibem cabeça retangular, visivelmente mais longa do que larga, de tonalidade castanho-clara; suas mandíbulas são tão longas quanto a largura cefálica, extremamente robustas, esclerotinizadas e com coloração escura quase negra, atingindo cerca de 7 mm de comprimento médio no caso de Reticulitermes flavipes. O tórax e o abdômen assemelham-se aos das operárias. São cegos e dispõem de mandíbulas adaptadas exclusivamente à defesa física do ninho, dependendo integralmente do fornecimento de alimento pelas operárias para sobreviver, representando entre 1% e 3% do contingente colonial. Os reprodutores primários (alados) apresentam corpo mole de coloração preta, medem de 10 a 12 mm de comprimento total, contam com antenas moniliformes e dois pares de asas membranosas compridas, translúcidas e de mesmo tamanho, que se estendem além do abdômen; efetuam voos de dispersão no início da primavera e possuem longevidade de 7 a 10 anos, podendo alcançar até 18 anos em ambiente natural e superar 25 anos em colônias mantidas em laboratório. Os reprodutores secundários (suplementares ou neotênicos) possuem abdômen alongado que pode alcançar 12 mm, dispõem de olhos compostos laterais associados a um ocelo simples e são braquípteros (possuem tecidos alares rudimentares sem capacidade de voo). IMPORTANCIA DE LAS TERMITAS SUBTERRANEAS: No mundo todo existem mais de 3.106 espécies de térmitas catalogadas, das quais entre 3% e 7% são consideradas pragas; dentre estas, somente 183 causam prejuízos de real relevância às estruturas e edificações humanas, e apenas cerca de 83 são classificadas como pragas estruturais causadoras de danos severos (Abe et al., 2000). As térmitas do gênero Reticulitermes estão inseridas na família Rhinotermitidae, subfamília Heterotermitinae, na qual se agrupam aproximadamente 147 espécies em escala planetária, responsáveis por prejuízos econômicos monumentais (Su e Scheffrahn, 2000). Reticulitermes virginicus e Reticulitermes flavipes respondem conjuntamente por cerca de 80% dos 2,2 bilhões de dólares que são despendidos anualmente nos Estados Unidos em programas de controle de térmitas (Nan-Yao Su, Rudolf H. Scheffrahn e Brian Cabrera, 2009, Universidade da Flórida). As espécies Reticulitermes flavipes e Reticulitermes grassei são consideradas as mais destrutivas mundialmente, situando-se entre as 15 espécies mais daninhas para as atividades humanas. As térmitas desempenham um papel ecológico fundamental na natureza, gerando inúmeros benefícios ao ecossistema através da reciclagem da matéria orgânica lenhosa; contudo, causam prejuízos catastróficos em sua interação com o ambiente construído pelo homem. São insetos sociais (eusociais) que constroem ninhos subterrâneos (termiteiros) e se nutrem da celulose contida na madeira e em seus derivados industrializados. Embora a maior parte das espécies habite regiões tropicais ou subtropicais, diversas térmitas adaptam-se perfeitamente a climas temperados. Certas espécies subterrâneas foram introduzidas acidentalmente em novos territórios como pragas urbanas, figurando entre as principais invasoras globais, com ênfase nos gêneros Reticulitermes e Coptotermes, que representam 80% das perdas econômicas associadas a térmitas no mundo. Estima-se que as despesas mundiais anuais com prevenção, reparos e tratamentos de controle superem atualmente os 40 bilhões de dólares. A trajetória evolutiva das térmitas está intimamente conectada à das baratas, sendo seu grupo irmão mais próximo o gênero de baratas comedoras de madeira Cryptocercus. Tradicionalmente enquadradas na ordem Isoptera, as revisões filogenéticas modernas as posicionaram dentro da ordem Blattodea, na superfamília Blattoidea, tendo compartilhado ancestrais comuns durante os períodos geológicos Carbonífero e Permiano. DISTRIBUCIÓN: O gênero Reticulitermes consolida-se como a praga mais expressiva de térmitas no hemisfério norte, abrangendo o Canadá, México, países europeus, Oriente Médio, Norte da África, Índia, sul da Rússia, Coreia, Japão, China e Estados Unidos. A térmita subterrânea oriental Reticulitermes flavipes exibe a maior distribuição geográfica global. Na América do Sul continental, Reticulitermes flavipes (Kollar, 1837) estava formalmente registrada apenas no Chile e no Uruguai. Cumpre assinalar que Reticulitermes santonensis, outrora descrita na França, é hoje reconhecida como sinônimo taxonômico de R. flavipes, sendo originária do sudeste dos Estados Unidos e estabelecida como espécie invasora no sul do Canadá, em países da Europa (Espanha, França, Alemanha) e nas Bahamas. Em 2008, foi também descoberto um foco ativo na Itália. CICLO DE VIDA: Apresentam metamorfose incompleta, simples ou gradual (hemimetabolia), cujo ciclo ontogenético compreende as fases de ovo, ninfa, larva (segundo classificações contemporâneas) e adultos ou imagos funcionais. As térmitas subterrâneas partilham recursos vitais e organizam o trabalho em castas biológicas especializadas: operárias, soldados e reprodutores (primários e secundários ou neotênicos), integrando complexas sociedades denominadas colônias. A magnitude populacional de uma colônia varia em função do tempo decorrido desde a sua fundação, da oferta contínua de água e alimento e das condições microclimáticas; no Chile, existem pesquisas documentando colônias que ultrapassam 1 milhão de indivíduos (Ripa). A gênese de novas colônias ocorre habitualmente pelo acasalamento de machos e fêmeas durante a revoada nupcial; todavia, no Chile descreve-se também um mecanismo altamente eficiente de propagação por brotamento (cissiparidade colonial), no qual uma fração populacional da colônia se desvincula fisicamente da matriz e passa a constituir um ninho autônomo. COMPORTAMIENTO: Sendo insetos verdadeiramente sociais, as térmitas cooperam intensamente na execução de todas as tarefas da colônia, dividindo responsabilidades entre as castas especializadas para assegurar a manutenção e o desenvolvimento da sociedade. R. flavipes coopera ativamente no cuidado da prole e partilha recursos nutricionais com todo o ninho. As revoadas caracterizam-se pelo surgimento súbito e sincronizado de reprodutores alados nas primeiras semanas da primavera; após o voo, os indivíduos perdem as asas, formam casais monogâmicos e iniciam a escavação de novos ninhos. A alimentação ocorre através do processo de trofalaxia (estomodeica e proctodeica), cabendo às operárias nutrir todas as demais castas. O esclarecimento desse mecanismo fisiológico de trofalaxia possibilitou o desenvolvimento científico de compostos inibidores da síntese de quitina, revolucionando o controle integral de térmitas subterrâneas. Um dos traços mais marcantes da sua biologia é a construção de galerias e túneis de abrigo compostos por partículas de solo e saliva secretada pelas operárias; por esses condutos protegidos transitam entre o solo e as peças estruturais, preservando-se da desidratação, das oscilações de temperatura e de predadores naturais como formigas. As suas rotas de deslocamento e intensidade de forrageamento são reguladas principalmente pela disponibilidade de alimento, índices de umidade e temperatura ambiental. IMPACTO HUMANO: As térmitas consomem avidamente a celulose das peças de madeira, fazendo com que sua presença em estruturas urbanas passe despercebida por períodos prolongados. Uma estrutura infestada pode aparentar perfeita solidez na superfície externa, enquanto o seu interior encontra-se totalmente oco e degradado. Para verificar indícios práticos da presença de R. flavipes, costuma-se percutir a madeira com uma chave de fenda ou punção metálico. Habitualmente, as áreas mais suscetíveis situam-se ao nível do solo ou abaixo dele: rodapés, marcos de portas e janelas, contrapisos, assoalhos e vigamentos mestres de sustentação. A térmita subterrânea oriental é classificada como uma gravíssima praga de impacto econômico nas edificações, estimando-se que em regiões de alta incidência mais de uma em cada cinco residências tenha sido ou venha a ser atacada ao longo do tempo. EQUIPAMENTOS DE DETECÇÃO: No manejo e monitoramento de térmitas em imóveis é essencial utilizar recursos técnicos acústicos e eletrônicos, uma vez que as infestações iniciais não são visíveis a olho nu. Na maioria das ocorrências, os danos só são percebidos pelo proprietário quando a estrutura já se encontra severamente danificada, após anos de ataque contínuo. A detecção precoce apresenta excelente relação de custo-benefício. Existem diversos instrumentos desenvolvidos para inspeção não destrutiva: 1. Termatrac: renomada ferramenta comercial que detecta a atividade e o movimento de térmitas no interior de elementos construtivos mediante tecnologia de radar não destrutivo combinada com sensores de temperatura e umidade. 2. Detector de micro-ondas Tmile: dispositivo de alta tecnologia capaz de identificar instantaneamente a atividade de térmitas a profundidades de até 12 polegadas com precisão de 99% em substratos não metálicos, como madeira, alvenaria e plásticos. 3. Detectores de emissões acústicas: captam os ruídos ultrassônicos provocados pelas operárias durante o corte e mastigação das fibras lenhosas, bem como os sinais de percussão mecânica emitidos pelos soldados contra as paredes das galerias diante de ameaças. O sensor deve ser posicionado a uma distância máxima de cerca de 80 cm da zona de alimentação e em peças com menos de 8 cm de espessura, alcançando taxas de assertividade de 80%, devendo-se mitigar ruídos de fundo que gerem falsos positivos. 4. Detectores de gases: as térmitas produzem metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2) durante a digestão anaeróbica da madeira pelos microrganismos simbiontes. Aparelhos específicos (como Termitec II e Sensit R) realizam a leitura de gases mediante pequenas sondas inseridas em perfurações mínimas nas estruturas. 5. Detectores digitais de umidade: mapeiam zonas com gradiente elevado de umidade relativa, propensas à colonização por térmitas. 6. Câmeras termográficas infravermelhas: escaneiam a radiação infravermelha nas superfícies das paredes, identificando variações térmicas locais causadas pela concentração biológica e pelo metabolismo dos insetos. 7. Boroscópios e visualizadores de fibra óptica: cabos flexíveis delgados equipados com microcâmeras e iluminação própria inseridos através de pequenas aberturas, viabilizando a inspeção visual direta de vazios e forros. 8. Cães farejadores treinados: animais submetidos a adestramento olfativo rigoroso para detectar o odor característico de metano associado a cupins subterrâneos, destacando-se as raças Beagle e Pastor Alemão, com taxas de acerto variáveis entre 20% e 100% e margem reduzida de falsos positivos (Lewis e Salek, 2003). 9. Dispositivos de micro-ondas de projeto australiano que mapeiam deslocamentos na madeira a até 35 mm de extensão e 25 mm de profundidade. 10. Equipamentos portáteis de raios X. Outros métodos sob avaliação científica compreendem o uso de sensores a laser e espectroscopia de emissão atômica. CONTROL: Os métodos consagrados de controle de térmitas abrangem: barreiras físicas (filmes poliméricos impregnados com termiticidas, telas de aço inoxidável), barreiras químicas pré-construção no solo e tratamentos pós-construção (que demandam furações criteriosas em lajes e pisos para injeção de calda termiticida nas zonas perimetrais críticas). Uma metodologia altamente eficaz e ambientalmente equilibrada é a utilização de estações de iscas atrativas específicas instaladas no solo perimetral e em pontos estratégicos das edificações, contendo inseticidas reguladores do crescimento que bloqueiam a síntese de quitina no exoesqueleto dos insetos. Ao impedir as mudas normais, esses princípios ativos promovem a eliminação progressiva e o colapso irreversível de todo o termiteiro. O controle de térmitas subterrâneas é complexo e exige profundo treinamento técnico e especialização profissional. Muitas empresas de controle de pragas tentam utilizar métodos empíricos ou tradicionais totalmente ineficazes para térmitas subterrâneas, tais como aplicações de gás fosfina, pulverizações superficiais líquidas, nebulizações a frio ou termonebulizações — técnicas desenvolvidas para outros insetos que jamais alcançam o cerne da infestação no subsolo. É indispensável compreender que intervenções paliativas não impedem o avanço destrutivo sobre a madeira; o manejo adequado deve integrar boas práticas construtivas, emprego de madeiras tratadas ou materiais não celulósicos e campanhas de conscientização técnica. Em diversas nações, as normas regulatórias e legislações edilícias foram aprimoradas justamente devido aos custos exorbitantes de recuperação de imóveis danificados, visando coibir a venda irregular de propriedades comprometidas por térmitas e resguardando os adquirentes contra perdas patrimoniais severas.
Os ocelos medem aproximadamente 0,07 mm de comprimento. Os falsos positivos na detecção por cães variam de 1 a 28% para térmitas subterrâneas, segundo Lewis e Salek (2003). O item 11 descreve um equipamento portátil de raios X, cujo uso deve evitar a exposição de operadores e pessoas próximas.
