Ratos: conhecer para combater
Compreender a biologia, os sentidos sensoriais e o comportamento etológico das espécies de roedores urbanos é fundamental para o sucesso do manejo.
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Estima-se que a ratazana (Rattus norvegicus) tenha sua origem evolutiva no continente asiático, dispersando-se progressivamente pelo globo com o desenvolvimento das rotas comerciais marítimas e os movimentos coloniais. Registrou-se sua presença na Europa pela primeira vez no início do século XVIII e, ao término do mesmo século, já havia colonizado a América do Norte. Por sua vez, o rato-de-telhado (Rattus rattus) é originário do Sudeste Asiático, havendo registros arqueológicos de sua presença no continente europeu desde o século V, durante o Império Romano. A espécie aportou nas Américas a bordo das caravelas dos grandes navegadores portugueses e espanhóis. Trata-se do hospedeiro primário da pulga Xenopsylla cheopis, vetora histórica da peste bubônica. A primeira pandemia documentada foi a Peste de Justiniano (540 d.C.), que dizimou entre 25 e 50 milhões de pessoas no século VI. No século XIV, a Peste Negra assolou a Europa, Ásia e África, ceifando aproximadamente 50 milhões de vidas, o que correspondeu a um índice dramático de 25% a 60% de toda a população europeia. A terceira grande pandemia emergiu em meados do século XIX, vitimando mais
de 12 milhões de cidadãos na Índia e na China. Conquanto a peste esteja atualmente controlada por medidas sanitárias, surtos esporádicos continuam ocorrendo em certas áreas geográficas porque o agente etiológico Yersinia pestis possui reservatórios silvestres permanentes. O bacilo é encontrado até hoje em populações de roedores silvestres no sul da África, América do Norte e do Sul, Bolívia, Peru, Rússia e Ásia Central. O surto epidêmico mais recente ocorreu em agosto de 2017 em Madagascar. Já o camundongo doméstico (Mus musculus) é oriundo das estepes da Ásia Central, expandindo-se a partir de lá para os quatro cantos do mundo. Conhecido desde os tempos do Egito Antigo, foi introduzido nas Américas nas embarcações colonizadoras. Todos esses animais pertencem à ordem Rodentia, mas nem todo roedor é um rato sinantrópico. Portanto, no âmbito do manejo profissional, combatemos especificamente ratazanas, ratos-pretos e camundongos. A principal característica compartilhada pelo grupo reside na presença de um único par de incisivos superiores e inferiores adaptados para roer, caracterizados por crescimento contínuo de 10 a 12 cm ao ano. O próprio vocábulo latino rodere significa roer. A face anterior desses dentes é revestida por esmalte ultrarresistente e a face posterior por dentina mais macia, proporcionando desgaste em formato de cinzel afiado através do atrito constante contra superfícies rígidas ou pelo
esmalte de um dente friccionando e desgastando a dentina do dente oposto, mediado pela mobilidade da articulação mandibular-maxilar. O esmalte dental dos roedores atinge dureza 5,5 na escala de Mohs, permitindo perfurar alvenarias e argamassas na proporção de 3:1 (três partes de areia para uma de cimento). Entre os incisivos e os dentes molares posteriores existe um espaço desprovido de dentes chamado diastema, pelo qual os fragmentos roídos são expelidos,
com o único propósito de desgastar seus dentes incisivos.
VISÃO
Cientistas do prestigiado Instituto Max Planck utilizaram microcâmeras de alta velocidade acopladas à cabeça de ratos e revelaram que esses animais movimentam os globos oculares em sentidos diametralmente opostos, tanto no plano horizontal quanto vertical, enquanto correm. Cada olho move-se de forma independente em resposta direta às alterações de postura da cabeça. Diferentemente dos seres humanos, em que ambos os olhos convergem e fundem uma única imagem tridimensional estereoscópica, nas ratazanas cada olho capta imagens separadas que não se fundem no córtex cerebral. Sua retina processa principalmente os comprimentos de onda correspondentes ao verde, azul e ultravioleta, não distinguindo a gama cromática ampla dos primatas. Para esses roedores, os objetos de outras cores refletem apenas graduações de cinza. Ademais, possuem foco deficiente, exibindo visão difusa e desprovida de contornos nítidos.
OLFATO
Os sinais olfativos funcionais e semioquímicos são eliminados na urina, fezes e secreções lipídicas das glândulas apócrinas e sebáceas (localizadas no dorso, prepúcio e cantos oculares). Reagem instintivamente aos odores de predadores e testes laboratoriais comprovam extraordinária aptidão para discriminar odores moleculares muito semelhantes. Pesquisadores indianos comprovaram que basta uma única inalação para que o roedor localize a fonte de um aroma, com cada narina funcionando de maneira totalmente independente, o que indica que captam pistas olfativas distintas provenientes de direções opostas. Em testes para diferenciar odores vindos da direita ou esquerda, acertaram a direção em mais de 80% dos ensaios. As ratazanas possuem um repertório genético olfativo impressionante com 1.207 genes receptores (OR), e os camundongos dispõem de 1.130 OR — fator que otimiza sua capacidade de encontrar alimentos —, enquanto os humanos possuem apenas cerca de 396 genes OR ativos.
TATO
Os pelos táteis e cerdas sensoriais encontram-se distribuídos por toda a superfície corporal. As
terminações nervosas situadas na base dos pelos de cobertura e, de maneira especial, nas longas vibrissas faciais operam como sensores táteis de alta precisão, permitindo que se desloquem em contato contínuo com paredes e rodapés (tigmotaxia), orientando-se com total agilidade na mais completa escuridão. Essa aptidão sensorial é indispensável para fugas vertiginosas de predadores através de rotas estreitas previamente memorizadas. As vibrissas são tão refinadas que diferenciam texturas lisas e rugosas com sensibilidade superior à das pontas dos dedos humanos. Captam ainda oscilações de correntes de ar e vibrações acústicas de baixa frequência. Na água, auxiliam na detecção de turbulências hidrodinâmicas. O fenômeno da sinestesia expressa-se com vigor nesses mamíferos: conjugam os impulsos táteis, auditivos, olfativos e visuais em redes integradas de memória espacial comparáveis a mapas cognitivos tridimensionais das trilhas percorridas. A memória de um roedor recorre a múltiplos códigos sensoriais redundantes: na ausência momentânea de uma pista visual, o olfato e o tato localizam com precisão o trajeto.
AUDIÇÃO
Os roedores emitem vocalizações em faixas ultrassônicas para se comunicar socialmente sem alertar predadores circundantes, utilizando pulsos de alta frequência como sonar rudimentar de ecolocalização para evitar obstáculos físicos em galerias subterrâneas. Enquanto o ouvido humano capta sons entre 20 Hz e 20.000 Hz (com sensibilidade ótima em torno de 1.500 Hz), os roedores ouvem na ampla faixa de 250 Hz a 76.000 Hz, registrando acuidade auditiva máxima em 8.000 Hz e 35.000 Hz. Diante de perigo iminente ou agressão, emitem gritos de alerta em 22.000 Hz. Aparelhos eletrônicos emissores de ultrassons comerciais falham reiteradamente no controle prático de pragas porque suas frequências não são consistentes e geram rápida habituação nos roedores. Além disso, as ondas acústicas de alta frequência sofrem reflexão imediata diante de obstáculos sólidos, gerando extensas zonas de sombra desprovidas de qualquer estímulo aversivo.
ALIMENTAÇÃO
Por habitarem ambientes urbanos sujeitos a contínuas alterações antrópicas, os roedores não contam com fontes alimentares perenes e necessitam inspecionar criticamente o que encontram, identificando com precisão os alimentos seguros e rejeitando produtos nocivos à saúde da colônia. O primeiro estímulo atrativo dá-se pelo olfato; em seguida, o animal lambe ligeiramente o alimento para acionar suas papilas gustativas e, caso o sabor seja palatável, ingere uma porção diminuta. Sua memória gustativa é extraordinariamente fiel e duradoura: uma vez degustado um alimento seguro e calórico, ele será procurado repetidamente. Ratazanas exibem desconfiança instintiva diante de alimentos novos
e evitam consumi-los durante algum tempo (neofobia alimentar). O comportamento varia conforme o nível de escassez alimentar. O camundongo doméstico é consideravelmente mais curioso e neofílico do que as ratazanas. Caso o roedor ingira uma pequena porção e sinta mal-estar gastrointestinal nas horas seguintes, ele memorizará o odor e associará o produto ao envenenamento, recusando-o terminantemente dali em diante (aversão condicionada à isca). Em contrapartida, quando os pioneiros sobrevivem e retornam saudáveis,
alimentos com odor semelhante passam a ser ingeridos sem neofobia pelo restante da colônia, ensejando o recrutamento coletivo de outros membros para aquela nova fonte alimentar. Entretanto, as ratazanas também aprendem com o infortúnio alheio: caso um roedor encontre uma nova isca e logo em seguida presencie outro companheiro cambaleante ou agonizando nas proximidades, desenvolverá repulsa imediata ao produto sem sequer prová-lo.
Segundo dados oficiais da OMS, 26 das 999 causas de morbidade e mortalidade humana catalogadas internacionalmente estão correlacionadas à presença de roedores urbanos, decorrentes de mordeduras diretas, contaminação de estoques alimentícios por urina e fezes, ou picadas de ectoparasitas vetores. Ao roer grãos em silos e armazéns agrícolas, rompem o tegumento protetor das sementes e facilitam a contaminação fúngica por fungos produtores de micotoxinas letais, como as aflatoxinas e a zearalenona.
Adicionalmente, deve-se considerar que esses animais atuam direta ou indiretamente na transmissão e disseminação de um extenso catálogo de zoonoses graves, tais como: leptospirose, meningite estreptocócica, erisipela, febre aftosa, salmonelose, miocardite, toxoplasmose, hantavirose, tuberculose, pasteurelose, botulismo, paratifo aviário, febre por mordedura de rato (sodoku), coriomeningite linfocitária, peste bubônica, tifo murino, febre maculosa e triquinose.
INSTALAÇÃO DE UM
PROGRAMA DE CONTROLE
ESTRUTURAÇÃO
Inicialmente, é indispensável considerar que todas as edificações e dependências do imóvel devem ser minuciosamente inspecionadas. Omitir qualquer setor pode comprometer todo o plano de desratização, visto que ali pode estar abrigada uma população reprodutiva residual. Da mesma forma, o controle técnico deve contemplar simultaneamente as áreas internas e externas, pois as ratazanas costumam nidificar no peridomicílio e ingressar nas edificações exclusivamente para forragear. Caso as vistorias semanais indiquem consumo total das iscas instaladas, a quantidade de pontos de cevo ou de blocos deve ser imediatamente duplicada. As iscas raticidas devem ser alocadas estritamente nos pontos onde houver sinais inequívocos de atividade, sendo devidamente numeradas em mapas de controle e planilhas de campo: fezes frescas, marcas de roedura em cabos ou portas, pegadas em poeira, trilhas com gramíneas pisoteadas, manchas de gordura tegumentar (esfregaduras) em rodapés, fendas roídas, tocas ativas e manchas de urina (que fluorescem sob luz ultravioleta/luz negra). O mapeamento das armadilhas permite diagnosticar com exatidão a evolução do consumo em cada ponto. Como os roedores sentem-se mais confiantes alimentando-se em locais confinados, a colocação dos raticidas no interior de caixas porta-iscas plásticas com chave ou segmentos tubulares de PVC de 100 mm otimiza substancialmente as taxas de ingestão.
EXECUÇÃO
Esta etapa compreende a aplicação técnica de raticida anticoagulante de dose única.
Todo raticida de qualidade destina-se a abater ratazanas, ratos e camundongos desde que o animal ingira sua respectiva dose letal mínima. A distinção primordial entre os ingredientes ativos reside no valor de sua DL50 (dose letal mediana). Quanto menor a DL50, mais potente é o raticida, visto
que o roedor precisará ingerir uma quantidade menor de isca para que ocorra o efeito letal no organismo. Vale ressaltar que uma baixa DL50 para roedores-alvo denota alta eficácia biológica, devendo ser acompanhada de rigorosa proteção física contra a ingestão acidental por espécies não-alvo. As inspeções das iscas são realizadas semanalmente. Em pontos onde não houver registro de consumo após três semanas consecutivas, a isca deve ser transferida para locais de atividade intensa. Blocos parcialmente roídos devem permanecer até seu esgotamento ou ser remanejados caso a atividade cesse. Deve-se maximizar os pontos de cevo seguros para elevar as probabilidades de contato com os roedores.
MANEJO AMBIENTAL
O manejo ambiental é a etapa complementar definitiva para evitar que os roedores percebam alterações drásticas em seu território antes de serem controlados. Essas medidas sanitárias devem ser intensificadas após a consolidação da etapa química, quando as taxas de consumo de iscas despencam significativamente indicando o colapso populacional da colônia. O manejo ambiental abrange limpeza profunda, descarte de entulhos, corte de vegetação densa, vedação de frestas estruturais e eliminação de vestígios atrativos. Caso seja executado prematuramente, dispersará a população de roedores para áreas vizinhas antes do consumo das iscas. Quando os resultados de controle ficam aquém do esperado, devemos diagnosticar criteriosamente onde residiu a falha através de duas análises fundamentais:
(A) PRIMEIRA SITUAÇÃO: As iscas são consumidas, mas a infestação persiste. Causas prováveis: As iscas não foram repostas pelo tempo suficiente; a população de roedores é significativamente superior ao número de pontos instalados; o intervalo de reposição foi excessivamente longo (superior a 7 dias); os pontos foram instalados muito próximos, deixando setores desprovidos de cevo; a área sob tratamento é exígua, permitindo que colônias de imóveis vizinhos não tratados migrem imediatamente para ocupar os nichos vagos.
(B) SEGUNDA SITUÇÃO: As iscas não são consumidas. Causas prováveis: Escolha de formulação inadequada ou com ingredientes de baixa qualidade organoléptica; fartura de fontes alternativas de alimentos no local; iscas posicionadas fora das rotas de passagem; iscas deterioradas por umidade, mofo ou rancificação; produto impregnado com cheiros repelentes externos; aversão gustativa prévia adquirida pela colônia.
Uma formulação raticida profissional é estruturada por uma fração de ingrediente ativo anticoagulante incorporada a uma matriz carreadora alimentícia. Esse veículo atrativo é
destinado a despertar o olfato e o paladar das ratazanas; consequentemente, quanto maior a palatabilidade dos cereais e mais fresco o aroma dos óleos, maiores serão as chances de consumo consistente. Substâncias químicas contaminantes estragam as iscas: os operadores devem sempre manuseá-las com luvas limpas e jamais estocá-las junto a defensivos voláteis ou desinfetantes clorados. Por outro lado, constitui mito difundido a ideia de que o odor humano afasta os roedores das iscas, visto que esses animais coabitam residências urbanas e alimentam-se habitualmente de restos manuseados pelo homem.
ISCAS EM PELLET
Destinam-se ao uso em áreas secas internas ou protegidas da intempérie. Cereais finamente moídos são homogeneizados com o ingrediente ativo concentrado e prensados através de extrusoras térmicas. Os pellets apresentam alta palatabilidade devido à qualidade das farinhas e à dispersão homogênea do toxicante. No Brasil e em diversos países da América Latina, a legislação sanitária exige a inclusão de substância amargante (benzoato de denatônio) para prevenir a ingestão acidental por crianças. Recentemente, a indústria incorporou corantes de alerta que colorem de verde a mucosa bucal de animais domésticos caso haja mastigação acidental da isca. Embora as formulações modernas contem com excelente formulação, os técnicos podem em circunstâncias excepcionais aromatizar iscas em campo, agregando aromas atrativos como essência de baunilha, gotas de óleo de sardinha ou calda de açúcar para potencializar a atratividade inicial em locais com forte concorrência alimentar.
SEMENTES DE GIRASSOL
As sementes de girassol contêm expressivas concentrações de ferro, cálcio, fósforo, sódio e potássio, vitaminas do complexo B (tiamina, riboflavina, niacina), betacaroteno e vitamina E (tocoferóis). Constituem uma das matrizes mais cobiçadas por pequenos mamíferos e roedores granívoros devido ao seu altíssimo teor lipídico e calórico, atraindo com voracidade indivíduos em ambientes agroindustriais e de armazenamento de rações.
BLOCO PARAFINADO
Esta formulação foi concebida para superar as
desvantagens das iscas
granuladas convencionais quando instaladas em ambientes externos úmidos, sujeitos à chuva ou em locais elevados frequentados por ratos-de-telhado.
Essas formulações contêm cereais integrais triturados incorporados a uma matriz de parafina (de 15% a 40%). O grande repto técnico reside na proporção exata de parafina a utilizar: excesso de parafina confere alta resistência à água, mas compromete a atratividade gustativa; pouca parafina torna o bloco vulnerável ao mofo precoce e à desagregação física pela umidade.
O bloco de resina constitui uma inovação tecnológica similar ao bloco parafinado tradicional, diferenciando-se pela substituição da parafina fóssil por resinas vegetais renováveis, associando nanoemulsões aquosas e grãos de alpiste que não absorvem umidade do ambiente.
O amido representa a principal fonte energética dos grãos de cereais (55% a 77%). No processo de extrusão industrial sob pressão controlada, promove a expansão e aglutinação coesa da massa sem a necessidade de volumes excessivos de ceras, assegurando estabilidade estrutural mesmo em ambientes com umidade relativa oscilante, seguida de dessecação até teores finais de umidade inferiores a 12%.
Esta tecnologia compõe uma isca raticida adesiva e moldável que pode ser fixada em pontos críticos, evitando deslocamento durante a lavagem rotineira das instalações fabris. O amido gelatinizado assegura alta densidade calórica e digestibilidade imediata para o roedor.
Trata-se de formulações que utilizam quantidade rigorosamente calibrada de parafina para hidro-repelência, diferindo dos blocos convencionais por recorrerem à prensagem mecânica a frio em prensas hidráulicas industriais. Sem o emprego de calor térmico, as propriedades organolépticas originais dos grãos e dos óleos atrativos permanecem intactas.
PÓ DE CONTATO
São aplicados em trilhas ativas, passagens estreitas e na embocadura de tocas. Seu mecanismo de ação fundamenta-se no comportamento higiênico instintivo dos roedores (grooming), que se lambem continuamente ao retornar aos seus ninhos. O pó adere às patas e ao pelame ventral do animal e é ingerido durante a limpeza corporal. Para evitar contaminação secundária em ambientes manipuladores de alimentos, a aplicação deve ser criteriosa e restrita a conduítes e tocas inacessíveis a animais domésticos e crianças. No Brasil, os pós de contato contam com concentrações mais elevadas de ativo (7,5 g/kg a 10 g/kg) destinadas exclusivamente ao uso profissional especializado.
ISCA FRESCA
Consiste em uma massa pastosa altamente atrativa formulada com cereais floculados, óleos nobres, substâncias umectantes e o ingrediente ativo anticoagulante, oferecendo palatabilidade imbatível em ambientes industriais com alta competição de alimentos.
Se o camundongo se sentir mal nas 16 horas seguintes, ou algumas horas depois, poderá associar o mal-estar ao alimento novo e deixar de consumi-lo. O artigo cita equipamentos que emitem frequências de 50–60 Hz, 10.000–70.000 Hz e 4.000–35.000 Hz, ressaltando que barreiras criam sombras para essas ondas sonoras.
